ADELFA DO RIO ITU
fêmea castanha · 1988 · brasileiro de hipismo · 0005091-BH
Vídeos
Ainda sem vídeo de ADELFA DO RIO ITU.
linha paternalinha materna14 de 14 posições da árvore preenchidas.
O studbook liga pai e mãe por nome, não por registro, então a árvore é montada subindo nome a nome. Célula sem link é ancestral que a fonte cita mas não registra, quase sempre cavalo estrangeiro. "Nome repetido" avisa que existe mais de um animal com aquele nome e a subida pode ter pego o outro.
Melhores filhos (1 de 3 com resultado)
Os filhos com resultado de pista conhecido, do mais alto para o mais baixo. Dos 3 filhos registrados no studbook, 1 tem resultado apurado: o resto ninguém foi olhar ainda.
Linha materna
Sobe pela mãe, geração por geração, com todos os filhos de cada uma. A árvore acima diz de quem ADELFA DO RIO ITU veio; isto diz o que a família fez. É o que separa cavalo bom de família boa, e é a leitura que decide compra.
Esta parte é para quem assina.
A altura de prova e o black type de cada filho de cada mãe, e a produção da família no exterior. É a leitura que separa cavalo bom de família boa.
1988 · Fêmea · por ADELFOS
1984 · Fêmea · por GOOD ROCK
1980 · Fêmea · por BAR GOLD
1982 · Fêmea · por TROPICAL MELODY
por BAR GOLD
Produção em pista
ADELFA DO RIO ITU tem 3 produtos registrados, 3 com idade de prova grande (nascidos até 2018).
Quantos produtos ela tem vem do studbook e fica aberto; até onde cada um chegou é apuração nossa e é para quem assina.
Produtos (3)
Animais que declaram ADELFA DO RIO ITU como mãe.
Em pista
Esta parte é para quem assina.
A campanha deste cavalo concurso a concurso, com a maior altura de cada temporada e a melhor colocação. É apuração nossa: 155.027 provas colhidas uma a uma da federação, prova por prova, que não estão organizadas em lugar nenhum.
Fonte: studbook público da ABCCH, espelhado no BrazHorse e atualizado todos os dias. O studbook registra identificação e genealogia. Altura de prova, resultado esportivo e foto vêm de outras fontes e aparecem nas fichas que já catalogamos.
